Olá meninas, tudo bem?
O post de hoje é um desabafo… acho que vocês mamães vão me entender.
Já perceberam como todo mundo tem algo para dizer sobre como você cria seus filhos, sobre as decisões que toda para a vida deles, sobre sua gestação, enfim, sobre sua vida! E o mais engraçado é que os comentários que ouvimos (mesmo sem ter perguntado), geralmente são negativos, em tom de crítica ou comparação… daqueles feitos para arrasar qualquer mamãe.
Mas, aí eu me pergunto: “Alguma mãe faz algo ao seu filho pensando que fazer o pior?”. Claro que não, né gente! Todas as mães tentam acertar. Fazem o melhor que podem, com o que lhe é possível, com a história de vida que ela e sua família têm. E, pode ter certeza, se algo não sair como desejado, a mãe é a primeira a se julgar e até mesmo se culpar. Ninguém precisa fazer isso por ela.
Se a mãe não conseguiu ou decidiu não amamentar, pronto, parece uma vilã.
Se amamenta em público, que vergonha!.
Se a criança chupa o dedo ou uma chupeta, sempre alguém vai condenar.
Se a mãe parou de trabalhar para ficar com os filhos, é uma folgada.
Se ela teve que voltar logo para o trabalho para continuar sustentando sua família, é uma relapsa.
Se a mãe precisa de um tempo de folga como, por exemplo, para fazer uma ginástica, é egoísta.
Se não consegue deixar o filho para se cuidar, não dá o bom exemplo.
Se coloca na escola / berçário, “tadinho do bebê”.
Se deixa com uma cuidadora, deve ser doida.
Se a criança faz birra em público, a mãe é negligente.
Se a mãe repreende a criança em público, é carrasca.
Nossa, e por aí vai… acho que a lista pode ser sem fim. E, vou confessar, eu também já julguei muitas mães, principalmente antes de ser uma. Com um olhar torto, ou com um pensamento do tipo: “Se fosse meu filho…”. Mas, com a maturidade e com minhas experiências, fui aprendendo a não apontar o dedo, e sim a aplaudir. Ou pelo menos, não me meter.
Cada família é uma. Cada mãe é uma. Cada filho é um. E quem somos nós para dizer o que é certo ou errado?
Nem a ciência acerta sempre! Quando eu nasci, parecia que o melhor para a criança era que ela começasse a comer aos 3 meses de idade. Hoje preconiza-se iniciar a alimentação aos 6 meses. Quando surgiram as fórmulas artificiais pareciam que seriam as melhores opções. Depois verificou-se que o mais adequado aos recém-nascidos é o leite materno.
Minha mãe entrou na escola aos 6 anos e idade. Ela me levou à escola aos 2 anos. Eu levei minha filha aos 6 meses. E, tenho certeza que minha avó, minha mãe e eu sempre procuramos fazer o que podemos de melhor por nossas filhas.
Então gente, por favor, menos julgamento. Se for para opinar, que seja para ajudar, para confortar, para apoiar. Se for para apontar, que seja para uma solução, para um bom caminho. Se for para olhar, que seja com ternura, com amor, com solidariedade.
Beijokas, Denise


