Olá meninas, tudo bem?
O assunto hoje é muito sério. Hipertensão Arterial na Gestação. Esse é um dos maiores riscos à saúde da mãe e do bebê e mais frequente do que gostaríamos: estima-se que 10% das mulheres sofrem com esse problema na gestação.
Existem 2 tipos principais de doenças hipertensivas na gestação: doenças pré-existentes que se agravam ou doenças que se desenvolvem pela própria gravidez. No primeiro caso, a mulher geralmente já sabia ser portadora de hipertensão arterial ou teve o diagnóstico logo no início do pré-natal. No segundo caso o diagnóstico foi mais tardio, após 20 semanas de gestação.
O diagnóstico é feito com aferição da pressão com valores acima do padrão em pelo menos 2 medidas distintas. A aferição deve ser feita por profissional da saúde, respeitando as normas para adequada medida. Lembrando que em toda consulta de pré-natal e em toda visita da gestante aos serviços de saúde devemos sempre medir a pressão arterial.
O tratamento geralmente é realizado com medicações anti-hipertensivas de uso diário, mas o tratamento não medicamentoso é tão importante quanto. Envolve cuidados gerais e alimentares.
Essas medidas não medicamentosas servem também para prevenir a doença, então devem ser realizadas por todas as mulheres. E são elas o objetivo do post de hoje. Vamos ver?
– Se você está planejando engravidar, verifique o seu peso. Procure adequar o peso antes de tentar engravidar.
– Verifique a saúde antes de engravidar. Realize consulta médica e examespreventivos.
– Evite o ganho excessivo de peso na gestação.
– Evite excesso de sal nas refeições.
– Beba bastante líquido, em especial a água.
– Tenha uma alimentação mais natural. Alimentos industrializados, processados, em conserva geralmente possuem taxas elevadas de sódio.
– Pratique exercícios físicos regularmente, em especial atividades aeróbicas (sempre com orientação especializada).
– Não fume.
– Evite bebidas alcoólicas.
– Controle o stress.
Com estes cuidados você reduz os seus riscos. Mas isso não lhe isenta da necessidade de realizar consultas médicas mensais e controlar sempre os níveis pressóricos.
Beijokas, Denise.


