Olá meninas, tudo bem?
Eu ainda me sinto uma aprendiz no quesito “Alimentação de Crianças”, pois minha filhota está comendo há pouco mais de 2 meses somente, então não tenho experiência ainda. Acredito que em cada fase da infância os desafios sejam novos.
No entanto, fiquei com vontade de escrever este post pois muito li sobre o assunto, conversei com colegas e especialistas, e acho que posso contribuir com uma opinião sincera.
Primeiramente, por mais natural que pareça ser alimentar uma criança, percebi que a realidade não é bem assim. Eu me peguei com diversas dúvidas e ouvi muitas opiniões diversas. Acho que sem estar preparada para esse momento a mamãe deve ficar doidinha!
Os especialistas recomendam iniciar a alimentação dos bebês somente após os 6 meses de idade, quando o leite materno ou outro leite deixa de ser suficiente para os pequenos. Mas, no meu caso, eu iniciei 15 dias mais cedo, visto que, por problemas de alergias, minha filha estava com dificuldade de ganho de peso.
Por orientação da pediatra dela, comecei oferecendo frutas e sucos, variando o tipo a cada 2 ou 3 dias. Em 15 dias já estava iniciando com a comidinha salgada, mantendo o mesmo processo de introduzir alimentos novos a cada 2 ou 3 dias para ver a sua aceitação.
Em 1 mês ela já estava realizando todas as refeições do dia, com 3 ofertas de frutas ao dia, 1 suco, almoço e jantar. E mantive o aleitamento 3 vezes ao dia (durante a tarde, como eu estava trabalhando e ela na escola, mandava o meu leite congelado).
Resumindo assim, parece que o processo foi fácil! Só que não… Lembro-me bem da carinha da Helena, quando coloquei o primeiro alimento em sua boca: ela achou bem estranho e jogou tudo fora!!! Com as frutas foi um pouco mais fácil, pois as crianças tem um paladar mais para alimentos doces. Com o salgado… vários dias até conseguir que ela comesse.
Gente, aqui vieram uns dias de frustração. Quando você pensa no seu bebê comendo, você logo imagina que ele vai comer tudo facilmente. E quando isso não acontece, sente-se frustrada. Mas logo passou, pois fui pesquisando e descobri que isso é perfeitamente normal!!! Ufa! Então, não desanimem.
Nesse momento, conversei com uma amiga pediatra que me passou algumas dicas, que estou mantendo até hoje. São elas:
- Mantenha uma rotina de horários;
- Não tenha pressa;
- Mantenha um ambiente tranquilo;
- Deixe a criança em uma posição confortável e com a cabeça elevada;
- Ao oferecer o alimento mantenha um contato visual;
- Dê reforço positivo quando comer bem;
- Procure fazer refeições em família, as crianças imitam os pais e irmãos;
- Procure um ambiente descontraído, evitando assuntos relacionados à comida;
- Evite distrações – deixe a TV desligada.
Achei essas dicas bem interessantes e venho aplicando no dia a dia com a Helena. Um ponto que acho fundamental é sobre o EXEMPLO. Acredito fortemente que educamos pelo exemplo. Adianta fazer um prato super saudável de jantar para o seu filho e comer uma pizza com refrigerante na frente dele? Ou então obrigar o pequeno a comer brócolis enquanto você não come nenhum vegetal?
E acredito que esse exemplo vem de sempre, pois as crianças, mesmo que bem pequenas, observam os pais e vão criando uma memória do que veem. Com certeza isso servirá no futuro quando ela for tomar suas próprias decisões.
Então, se você e sua família ainda estão com hábitos ruins relacionados à alimentação, pensem a respeito. A final de contas, levar uma alimentação saudável fará bem a todos, não somente às crianças.
Por fim, gostaria de dizer que por mais trabalhoso que seja toda essa fase de introdução alimentar, é bem prazeroso ver seu bebê crescendo, se desenvolvendo e realizando novas conquistas.
Bora então arregaçar as mangas e preparar os babadores!! Rsrsrs.
Beijokas, Denise.


