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Risco para a Vida Toda: Obesidade Infantil.

Olá meninas, tudo bem?

Essa semana, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou um relatório com resultados alarmantes sobre a Obesidade Infantil no mundo, em especial nos países em desenvolvimento. De acordo com as pesquisas realizadas por eles, existem mais de 41 milhões de crianças com menos de 5 anos obesas no mundo, sendo que a África chamou maior atenção pois duplicou os casos desde 1990.

No Brasil o problema também é grave, sendo que 1/3 das crianças de até 5 anos já estão obesas.

Tanto as causas quanto as consequências desse panorama tem quer friamente avaliados a fim de se controlar essa verdadeira epidemia.

O problema é multifatorial. Hábitos alimentares ruins no seio familiar, sedentarismo, falta de controle da alimentação nas escolas, incentivo publicitário a alimentação fast food, falta de regulamentação do comércio de produtos que engordam, custo mais caro de alimentos saudáveis estão entre os causadores do problema.

Já as consequências podem ser severas, com risco aumentado de Obesidade na vida adulta, doenças como Diabetes Mellitus, Hipertensão Arterial e Dislipidemia, menor expectativa de vida, piora na qualidade de vida, morte prematura, além de questões psicológicas como Depressão e Ansiedade.

Agora, o que não podemos é responsabilizar as crianças por essa situação. A culpa não é delas. A culpa é nossa, dos adultos, dos cuidadores. Afinal de contas, nós é que disponibilizamos o alimento às crianças. Nós somos o modelo que elas seguirão.

Pensando nisso, elaborei uma listinha com 10 dicas de como podemos evitar que nossos filhos entrem nessas estatísticas:

  1. Comece pela gestação. Estudos mostram que filhos de gestantes obesas tem maior risco de obesidade também. Então, antes de engravidar verifique como anda a sua alimentação, torne-a mais saudável se preciso, inicie prática de atividade física e mantenha esses cuidados durante toda gestação e período de amamentação.
  2. Durante a lactação, se você estiver amamentando no peito, tente se alimentar bem para passar bons nutrientes ao seu filho. Se estiver oferecendo fórmulas, evite produtos que engrossem ou adocem o leite, em especial se não foi recomendado pelo Pediatra.
  3. Helena se lambuzando com Melão na Redinha.
    Helena se lambuzando com Melão na Redinha.

    Ao iniciar a alimentação do seu filho, procure ofertar alimentos saudáveis, naturais, com preparação caseira. Fuja dos produtos industrializados e cheios de conservantes e aditivos.

  4. Não ofereça açúcar a crianças com menos de 2 anos.
  5. Cuide também do sal, da gordura, da fritura.
  6. Institua rotinas alimentares na sua família, com todos os membros da família, e tente mantê-las no dia a dia. Lembre-se que nessas rotinas é importante sentar-se a mesa para comer, criar um ambiente prazeroso para as refeições, conseguir a participação de todos os membros da família, evitar distrações como televisão e computador.
  7. Seja um bom exemplo para os seus filhos. Exemplo sempre somos, então tente ser o melhor possível. Não adianta oferecer brócolis ao seu filho enquanto você come batata frita!
  8. Incentive a pratica de atividade física nas crianças e brincadeiras que movimentem o corpo. Limite horário para atividades “sedentárias” como jogos de videogames para que essa não seja a principal atividade de lazer do seu filho.
  9. Estude, leia, pesquise sobre o tema. Muitas vezes fazemos alguma coisa nas melhores intenções, sem saber que estamos gerando riscos aos nossos filhos.
  10. Ao primeiro sinal de obesidade ou ganho de peso excessivo no seu filho, procure ajuda especializada de médicos ou nutricionistas.
Preparação de Papinha em casa.
Preparação de Papinha em casa.

Bom meninas, muitas vezes ser saudável requer mais tempo, mais energia e às vezes até mais dinheiro… Mas podem ter certeza que vale a pena. Os ganhos são para a vida toda.

Beijokas, Denise.-

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