Olá meninas, tudo bem?
Hoje vamos falar de uma intercorrência obstétrica que acomete certa de 12% das gestações no Brasil, um índice muito alto! O Parto Prematuro.

Trabalho de Parto Prematuro.
Consideramos Prematuro o parto que ocorre antes da 37ª semana gestacional.
Trata-se de uma situação com risco aumentado à vida do bebê, sendo que esse risco é tão maior quanto menor for a Idade Gestacional. Felizmente hoje contamos com Berçários e UTIs Neo Natais excelentes, que conseguem garantir a sobrevida de bebês muito pequenos, e com sequelas bem reduzidas, mas, tanto melhor evitar esses riscos, certo?
O Trabalho de Parto Prematuro (TPP) é diagnosticado clinicamente pelo obstetra quando ele verifica a presença de contrações frequentes e regulares na gestante com menos de 37 semanas, contrações essas que trabalham o colo uterino, tornando-o fino, dilatado e centralizado. Quando contrações são percebidas sem a modificação do colo uterino podemos dizer se tratar de uma Ameaça ao Trabalho de Parto Prematuro, sendo que a conduta e os prognósticos das duas situações são bem distintos.
Quando o TPP é efetivamente diagnosticado o tratamento geralmente envolve internação hospitalar por tempo variável e a primeira intervenção será a realização de exames para garantir a vitalidade fetal e reduzir os riscos maternos. Exames de sangue e urina, cardiotocografia fetal, ultrassonografia são solicitados, além do exame clínico.
A partir daí o tratamento será individualizado, levando-se em consideração os resultados dos exames, a idade gestacional e a evolução do quadro.
Tratamento para possíveis infecções, medicação que amadureça o pulmão do bebê, remédios que inibam as contrações são as modalidades terapêuticas mais recomendadas. Por vezes consegue-se inibir o processo e aguardar o Parto vir a Termo. Por vezes apenas se retarda o TPP por um período determinado. Por vezes não conseguimos ação alguma.
Agora, o mais importante nisso tudo é saber que muitas das CAUSAS do TPP são evitáveis, e aqui sim todas as gestantes podem ter uma postura ativa.
Sendo assim, para diminuir as chances de você apresentar um TPP na sua gestação recomendo:
- Faça o acompanhamento Pré Natal regularmente;
- Evite uso de cigarro, bebidas alcoólicas e drogas ilícitas na gestação;
- Procure o médico sempre que apresentar sintomas ao urinar tais como dor, sangramento e vontade frequente de urinar;
- Procure avaliação médica se suspeita de infecções vaginais;
- Trate demais infecções tais como dentária, amigdalite ou outras;
- Alimente-se bem na gestação, nem de mais, nem de menos;
- Tenha cuidado redobrado se gestação múltipla,
- Se notar perda de líquido vaginal em grande quantidade antes do termo, procure rapidamente atendimento médico;
- Conheça e fique atenta aos sintomas de Trabalho de Parto e procure avaliação médica na suspeita, como se contrações ritmadas e intensas, sangramento vaginal, pressão em baixo ventre e vagina;
- Redobre os cuidados se já apresentou TPP em gestações anteriores ou se já realizou cirurgia uterina.
De maneira geral meninas, cuidem-se desde antes de engravidar e por todos os meses da gestação, para tentar reduzir ao máximos os riscos de complicações.
Beijokas, Denise.

Denise, faz um post falando como é ser mãe de dois bebes, o comportamento do filho com a chegada do novo integrante na família, as mudanças corporais com duas gravidez próximas. E, sua opinião sobre a repercussão entre o relacionamento dos bebês irmãos.
Eu tenho desejo de engravidar novamente após meu bebe completar uns 8 meses. Mas, queria opiniões sinceras e reais sobre essas mudanças no corpo da gestante tanto esteticamente(flacidez, estrias, canal vaginal) quanto em relação a saúde do próximo bebê.
Olá Ferdinanda,
Gostei das dicas. Vou fazer posts sobre isso.
Já falei um pouco do relacionamento dos dois e da vida com os 2 bebês nos posts http://www.mamaeplena.com.br/1-m/, http://www.mamaeplena.com.br/2o-mes-do-gustavo-parou-de-evacuar/ e http://www.mamaeplena.com.br/3-2/.
Abraços.